SEJA BEM VINDO
ATENÇÃO: VOCÊ PODE COPIAR OS TEXTOS QUE CONSTAM DESTE BLOG E USÁ-LOS EM OUTROS LOCAIS, MAS NÃO DEIXE DE INDICAR A FONTE, POR FAVOR!
Acompanhantes do Blog
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Uma Excelente Fonte de Estudos
Como já tive a oportunidade de escrever diretamente no site em que o livro está exposto para venda:
"O Renato é um estudioso detalhista, daqueles que vão buscar em várias fontes, comparar, analisar possíveis "deslizes" de A ou B, para só depois montar suas conclusões. É um pesquisador nato, diria eu, e por esta característica, seu trabalho está em um nível de confiabilidade acima dos padrões.
Conhecendo a pessoa e muito desta obra que me foi enviada pelo autor para apreciações, não há como não indicá-la como FONTE DE ESTUDOS altamente válida para os que realmente se interessam pelo tema."
Para os que se interessarem em pesquisas sérias, o livro pode ser comprado no seguinte endereço: http://www.agbook.com.br/book/26840--Sincretismos_Religiosos_Brasileiros
Eis aí uma boa oportunidade de se conhecer mais sobre as orígens de algumas religiões brasileiras mais antigas e também sobre a Umbanda, por que não?
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Umbanda e a Torre de Babel - Parte XI (Ela continua crescendo)
Ah! Mas ninguém sabe ou pode dizer o que é ou não é Umbanda, dirão alguns, principalmente os mais interessados em misturarem crenças, lendas, práticas e ritos sem fundamento em suas práticas e classificá-los todos como "DE UMBANDA".
Agora há pouco mesmo, tendo sido delatado como violentador de suas próprias enteadas, um certo sei lá quem criou mais uma mácula para o nome UMBANDA ao se dizer "pai-di-santu" de Umbanda, afirmando, inclusive, que não era ele quem assim agia mas o tal de Zé Pelintra (na verdade deve ser o verdadeiro Zé PILANTRA) que se apresentava por ele que assim agiria.
Diversidade? Mais uma? Respeitamo-la?
Mas ... voltando à situação a que ora nos propomos, percebemos, o Mauro e eu, que na "umbanda atual" muitos foram os nomes ritualísticos de entidades que parecem ter sido esquecidos no passado (e eu já havia comentado isto aqui), tendo ele, com imensa paciência, feito uma pesquisa de nomes para que os médiuns de hoje aprendessem mais e não pensassem que, por exemplo, só existem Marias Padilhas e Mulambos nas Linhas das Pomba Giras (Exu Fêmea) ou Tranca Ruas e Marabôs nas de Exus Machos, assim como também não é reduzido o número de nomes de Pretos Velhos e Caboclos esquecidos que, se hoje comentados, veremos sempre aquele ar de espanto do tipo: "Nunca ouvi Falar!!"
Com a permissão do Mauro, a quem já agradeci e agradeço de novo, eis aí o resultado de seu trabalho ... muito especial, em minha opinião.
Para manter a tradição foram pesquisados apenas nomes de : Pretos-Velhos ( as ), Caboclos( as ), Crianças, Exús e Pomba-Giras.
Por que essa pesquisa foi feita ? Além de trazer a tona antigos nomes de entidades que se encontravam esquecidos, poderá servir de referência ao médium iniciante na Umbanda e até mesmo às pessoas que tiverem dúvidas, se determinados nomes realmente existem (e quem nunca teve essa dúvida, não é verdade ?)
Farei uma consideração : Saber o nome correto da entidade é importante, porém não é o mais importante. Não tenha pressa. A pressa muitas vezes pode atrapalhar a integração médium-espírito. Sempre há uma insegurança inicial. Nós, médiuns de Umbanda, já passamos por isso, é muito comum.
Também aprendemos que na Umbanda, tudo é muito simples e deve acontecer naturalmente. Não podemos pular etapas. Muitas vezes, por desinformação, inocência, mistificação, vaidade, falta de orientação, fatores anímicos e / ou até mesmo, simpatia por uma determinada linha ou entidade, o médium pode colocar em dúvida e até mesmo questionar um nome, seja ele por ser menos conhecido ou até mesmo desconhecido por muitos.
Não quero com essa pesquisa, apontar certo ou errado, nem estou afirmando que possam fazer isso de propósito ; trago apenas uma lista de nomes, inclusive alguns mais antigos que caíram em desuso com o passar dos anos, porque convenhamos, não raro, o fator anímico comanda o direcionamento do nome, muitas vezes porque o iniciante tem a falsa ilusão de que um nome “ famoso “ ou de uma “ entidade que atende muita gente no Terreiro“ é mais importante. Sendo assim, o médium iniciante pode vir a acreditar, por exemplo, que trabalhar na vibração do Caboclo Rompe-Mato, ou Cabocla Jurema ( que são mais conhecidos ), passa a ser mais significativo do que trabalhar na vibração do caboclo Tucunã, ou Cabocla Jaguaraci ( que são menos conhecidos ).
Esse pensamento é equivocado. Ambos são caboclos de força espiritual distintas e realizam trabalhos de muita firmeza espiritual na Umbanda. ( Percebam que apenas os citei como exemplo.) Não existe o maior ou o melhor , entre entidades de luz. Cada uma possui sua energia própria, seu axé, que em conjunto com o médium , podem transformar a tríade MÉDIUM-ENTIDADE-INCORPORAÇÃO na vibração adequada, que realizará trabalhos maravilhosos, independente do nome que estão sendo chamados.
Só para fazer uma breve observação, nosso médium-mor ( grifo meu ) na Umbanda , o saudoso Zélio de Moraes quando da famosa reunião que anunciou a Umbanda ao Brasil, questionado sobre como se chamava a entidade ali presente, respondeu prontamente : (...) se querem saber meu nome, podem me chamar de Caboclo das Sete Encruzilhadas (...). Ele poderia ter dito qualquer outro nome , que em nada mudaria a eficácia dos trabalhos. Enfim...o ideal é deixar a entidade se manifestar naturalmente e, no tempo certo dizer seu nome , riscar ponto e realizar o trabalho de caridade.
Gostaria de informar, que todos os nomes dessa lista foram relatados por dirigentes, médiuns e consulentes .
Essa lista não é uma expressão total do Universo das entidades e nem está fechada (sempre teremos algum novo nome a acrescentar). Muito pelo contrário, contamos com sua colaboração permanente.
Agradeço a todos que me ajudaram e ficaria grato em receber e-mails com opiniões sobre a pesquisa, além claro de receber novos nomes, caso não constem na lista. e-mail :
ogunhefilhodeogum@yahoo.com.br
Salve a Umbanda ! Saravá !!
PRETOS VELHOS
João Baiano; João Marambaia; Mestre Cipriano; Nego Velho do Congo; Pai Ambrósio; Pai Amin; Pai Andre de mina; Pai Andre do Congo; Pai Antônio de Angola; Pai Benedito; Pai Benguela; Pai Carrero; Pai Chico; Pai Cipriano; Pai Congo; Pai Domicio; Pai Euclides; Pai Fabricio; Pai Felipe; Pai Fernando de Guiné; Pai Francisco; Pai Fulgêncio da Guiné; Pai Gregório; Pai Guiné; Pai Horacio; Pai Jacó; Pai Jeremias; Pai Jerônimo; Pai João; Pai João da Costa; Pai João das Matas; Pai João de Angola; Pai João de Aruanda; Pai João de Benguela; Pai João de Ronda; Pai João Fortunato da Cachoeira; Pai Joaquim da Costa; Pai Joaquim das Almas; Pai Joaquim de Angola; Pai Joaquim do Congo; Pai José; Pai José do Cruzeiro das Almas; Pai José do Rosário; Pai Jurandir; Pai Luanda; Pai Luiz; Pai Luiz de Xangô; Pai Malaquias; Pai Malunga; Pai Mané; Pai Maneco; Pai Mangueira; Pai Manoel de Angola; Pai Miguel das Almas; Pai Miquimba; Pai Nego; Pai Sebastião; Pai Serafim; Pai Severino; Pai Tinga; Pai Tomás; Pai Tomé; Pai Urubaldo; Rei Congo; Tio Antônio; Tio Nico do Oriente; Tio Tonho de Angola; Tio Tonico de Angola; Velho Pai Serafim; Velho Chico; Vô Julião da Guiné; Vô Brandão; Vovô Demanda; Vovô do Carmo; Vovô Jacarandá; Vovô João do Congo; Vovô José da Bahia; Vovô Pedro de Angola.
PRETAS VELHAS
Mãe Antonia; Mãe Bina; Mãe Cachimba; Mãe Cambinda de Guiné; Mãe Chiquinha; Mãe Joana; Mãe Joaquina; Mãe Jurububá; Mãe Maria da Bahia; Mãe Maria de Angola; Mãe Maria de Aruanda; Mãe Maria de Benguela; Mãe Maria do Paraíso; Mãe Maria Mina; Mãe Maria Mineira; Mãe Marococa; Mãe Santana; Mãe Tutu; Nega Ana; Preta Mandinga; Tia Chica; Tia Maria da Bahia; Tia Maria da Praia; Vó Anastácia; Vó Benedita; Vó Benta; Vó Isaura; Vó Josefina ou Vó Zefina; Vó Juliana; Vó Maria; Vó Maria Cândida; Vó Maria Chica; Vó Nana; Vó Rita; Vó Rosa de Angola; Vó Sabina; Vó Serafina; Vovó Arruda; Vovó Benedita; Vovó Cachimba; Vovó Cambinda; Vovó Catarina; Vovó Cigana; Vovó Jacira; Vovó Joana; Vovó Josefa; Vovó Luiza; Vovó Luiza da Praia; Vovó Maria Antônia; Vovó Maria Conga; Vovó Maria do Rosário; Vovó Maria Quitéria; Vovó Maria Redonda; Vovó Maria Rita; Vovó Maria Rosa; Vovó Raimunda; Vovó Severina; Vovó Zeferina.
CABOCLOS
( Caboclo ) Seu Braúna; Caboclo Águia Branca; Caboclo Akuan; Caboclo Aquinauã; Caboclo Araguari; Caboclo Arapuã; Caboclo Araribóia; Caboclo Araúna; Caboclo Areia Branca; Caboclo Arranca Tôco; Caboclo Barra Preta; Caboclo Beira-Mar; Caboclo Boiadeiro; Sete Colinas; Caboclo Bugre; Caboclo Caçador; Caboclo Cachoeira Branca; Caboclo Caiçara; Caboclo Cariborá; Caboclo Carijó; Caboclo Cariri; Caboclo Chico Jibóia; Caboclo Cipó; Caboclo Cobra Coral; Caboclo Concha Dourada; Caboclo da Pedra; Caboclo da Bandeira; Caboclo da Cachoeira; Caboclo da Campina; Caboclo da Lua; Caboclo da Manhã; Caboclo da Margem do Rio; Caboclo da Rocha; Caboclo da Samambaia; Caboclo das Pedras; Caboclo das Sete Encruzilhadas; Caboclo do Fogo; Caboclo do Mar; Caboclo do Mucano; Caboclo do Pé da Serra; Caboclo Estrela Guia; Caboclo Flecha Certeira; Caboclo Flecha Ligeira; Caboclo Flecheiro; Caboclo Folha Seca; Caboclo Folha Verde; Caboclo Gentil; Caboclo Gira Mundo; Caboclo Girassol; Caboclo Guajajara; Caboclo Guaracy; Caboclo Guarani; Caboclo Jacurundá; Caboclo Jatobá; Caboclo Jibóia; Caboclo Junco Verde; Caboclo Jupê; Caboclo Jurupari; Caboclo Kauan; Caboclo Latan; Caboclo Lírio; Caboclo Lírio Branco; Caboclo Lírio Verde; Caboclo Lua Branca; Caboclo Mata Verde; Caboclo Mata Virgem; Caboclo Monte Azul; Caboclo Morubixaba; Caboclo Nuvem Branca; Caboclo Olho de Águia; Caboclo Orié; Caboclo Pedra Branca; Caboclo Pedra Negra; Caboclo Pedra Preta; Caboclo Pedra Roxa; Caboclo Pena Azul; Caboclo Pena Branca; Caboclo Pena Dourada; Caboclo Pena Verde; Caboclo Pery; Caboclo Piraí; Caboclo Quenquelê; Caboclo Ritumba; Caboclo Rompe Mato; Caboclo Rompe Nuvem; Caboclo Roxo; Caboclo Samambaia; Caboclo Serra Grande; Caboclo Serra Negra; Caboclo Sete Estrelas do Mar; Caboclo Sete Bandeiras; Caboclo Sete Cachoeiras; Caboclo Sete Espadas; Caboclo Sete Estrelas; Caboclo Sete Flechas; Caboclo Sete Flechas de Ouro; Caboclo Sete Folhas; Caboclo Sete Lagoas; Caboclo Sete Lanças; Caboclo Sete Luas; Caboclo Sete Matas; Caboclo Sete Montanhas; Caboclo Sete Ondas; Caboclo Sete Pedreiras; Caboclo Sete Penas; Caboclo Sete Ponteiras do Mar; Caboclo Sete Ventanias; Caboclo Suarê; Caboclo Sucuri; Caboclo Sultão das Matas; Caboclo Surucutinga; Caboclo Tamandaré; Caboclo Tapuia; Caboclo Terra Roxa; Caboclo Tibiriçá; Caboclo Treme-Terra; Caboclo Tronco do Ipê; Caboclo Tucuarê-Peti; Caboclo Tucumã; Caboclo Tucuruvú; Caboclo Tupã; Caboclo Tupaibá; Caboclo Tupi; Caboclo Tupyara; Caboclo Tupi-Mirim; Caboclo Tupinambá; Caboclo Tupinambaia; Caboclo Tupiniquim ;Caboclo Ubiraci; Caboclo Ubirajara; Caboclo Ubirajara Peito de Aço; Caboclo Urubatão da Guia; Caboclo Urucutum; Caboclo Urupuanã; Caboclo Ventania; Caboclo Vira Mundo; Seu Caçador.
CABOCLAS
Cabocla Bartira; Cabocla Caçadora; Cabocla da Cachoeira; Cabocla da Palha Verde; Cabocla Diloé; Cabocla do Mar; Cabocla do Rio; Cabocla Guacyara; Cabocla Guaraci; Cabocla Guerreira; Cabocla Iara; Cabocla Indaiá; Cabocla Indira; Cabocla Iracema; Cabocla Ita da Pedreira; Cabocla Itabuna; Cabocla Jaciara; Cabocla Jacira; Cabocla Jaguaraci; Cabocla Janaína; Cabocla Jandira; Cabocla Jundiara; Cabocla Jupira; Cabocla Jupissiara; Cabocla Jurema; Cabocla Jurema da Flecha Dourada; Cabocla Jurema da Praia; Cabocla Jurema das Águas ;Cabocla Jureminha; Cabocla Jurupaíra; Cabocla Jussara; Cabocla Luará; Cabocla Marola do Mar; Cabocla Mata Virgem; Cabocla Muiraquitan; Cabocla Pena Vermelha; Cabocla Poti; Cabocla Sete Estrelas; Cabocla Sete Penas Vermelhas.
CRIANÇAS
Aninha; Bernardete; Bibi; Caboclinho da Mata; Caboclinho do Mar; Chiquinha; Chiquinho; Clarinha; Conchinha; Crispim; Crispiniano; Doum; Estrelinha; Flechinha; Flor de Oxum; Gui; Huguinho; Joaninha; Joãozinho; Joãozinho da Praia; Joãozinho do Riacho; Jorginho das Matas; Juninho; Juquinha; Jureminha da Praia; Juriti; Kiko; Lucinha; Luizinho; Lurdinha; Manézinho; Mariana; Mariazinha da Cachoeira; Mariazinha da Praia; Mariazinha das Sete Ondas; Marquinhos; Nininha; Pedrinha Dourada; Pedrinho da Mata; Peninha Peralta; Princesinha; Rafinha; Ritinha da Praia; Rosinha; Rosinha da Praia; Ruizinho; Ruth; Sandrinho; Téozinho; Terezinha; Tiaguinho; Tião; Tico; Tiziu; Zeca; Zezinho.
POMBAGIRAS OU BOMBOGIRAS
Pombagira da Praia; Pombagira Alteza; Pombagira Cigana ( existem vários nomes ); Pombagira Cigana das Sete Saias; Pombagira da Bahia; Pombagira da Estrada; Pombagira da Figueira; Pombagira da Noite; Pombagira Dama da Noite; Pombagira das Almas; Pombagira das Rosas; Pombagira das Sete Calungas; Pombagira das Sete Encruzilhadas; Pombagira do Cruzeiro; Pombagira do Lodo; Pombagira Dona Maceió; Pombagira Dona Sete Catacumbas; Pombagira Margarida; Pombagira Maria Quiteria; Pombagira Maria Bonita; Pombagira Maria Caveira; Pombagira Maria da Calunga; Pombagira Maria das Almas; Pombagira Maria do Bagaço; Pombagira Maria do Balaio; Pombagira Maria dos Trilhos; Pombagira Maria Farrapo; Pombagira Maria Mulambo; Pombagira Maria Navalha; Pombagira Maria Padilha; Pombagira Maria Padilha da Bahia; Pombagira Maria Padilha das Almas; Pombagira Maria Padilha do Cabaré; Pombagira Maria Padilha Menina; Pombagira Maria Rita; Pombagira Maria Teimosa; Pombagira Maria Toquinho; Pombagira Menina; Pombagira Mirongueira; Pombagira Mocinha; Pombagira Mulambinho; Pombagira Padilha Menina; Pombagira Quebra-Galho; Pombagira Rainha; Pombagira Rainha das Rainhas; Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas; Pombagira Rosa; Pombagira Rosa Caveira; Pombagira Rosa da Calunga; Pombagira Rosa da Noite; Pombagira Rosa de Maio; Pombagira Rosa do Cais; Pombagira Rosa do Cruzeiro; Pombagira Rosa do Tabuleiro; Pombagira Rosa Faceira; Pombagira Rosa Menina; Pombagira Rosa Vermelha; Pombagira Rosa Vermelha da Praia; Pombagira Rosinha; Pombagira Sete Catacumbas; Pombagira Sete Caveiras; Pombagira Sete Estradas; Pombagira Sete Punhais; Pombagira Sete Rosas; Pombagira Sete Saias; Pombagira Sete Saias Rodadas do Cabaré; Pombagira Tata Mulambo.
EXÚS
Exú Cobra, Exú Aleijadinho, Exú Arranca Toco, Exú Asa Negra, Exú Brasinha, Exú Cacurucaia, Exú Calunga, Exú Canga, Exú Capa Preta, Exú Capa Preta das Sete Encruzilhadas, Exú Casamenteiro, Exú Catacumba, Exú Caveira, Exú Caveirinha, Exú Cheiroso, Exú Cigano, Exú Come-Fogo, Exú Corcunda, Exú das Matas, Exú das Pedreiras, Exú de Duas Cabecas, Exú Desmancha Tudo, Exú Destranca Rua, Exú do Cemitério, Exú do Lodo, Exú do Mar, Exú Facada, Exú Faísca, Exú Ganga, Exú Gato Preto, Exú Gira Mundo, Exú João Caveira, Exú José Caveira, Exú Kaminaloá, Exú Lalu, Exú Lalu Menino, Exú Limpa Tudo, Exú Malandrinho, Exú Mangueira, Exú Manguinho, Exú Marabá, Exú Maré, Exú Matança, Exú Meia Noite, Exú Menino, Exú Mirim, Exú Morcego, Exú Mulambo, Exú Omulu, Exú Pantera Negra, Exú Passaro Preto, Exú Pedra Preta, Exú Pemba, Exú Pimenta, Exú Pinga Fogo, Exú Porteira, Exú Quebra Pedra, Exú Quebra-Galho, Exú Queima Toco, Exú Rei, Exú Rei da Lira, Exú Rei das Sete Encruzilhadas, Exú Sete Almas, Exú Sete Brasas, Exú Sete Buracos, Exú Sete Capas; Exú Sete Catacumbas; Exú Sete Caveiras; Exú Sete Chaves; Exú Sete Covas; Exú Sete Cruzeiros; Exú Sete Cruzes; Exú Sete da Lira; Exú Sete de Malê; Exú Sete Estradas; Exú Sete Facas Exú Sete Garfos Exú Sete Montanhas Exú Sete Nós Exú Sete Pedreiras Exú Sete Pembas; Exú Sete Poeiras; Exú Sete Punhais; Exú Sete Sombras; Exú Sete Ventanias; Exú Tira-Teima; Exú Tiriri; Exú Tiriri Menino; Exú Toco Preto; Exú Toquinho; Exú Tranca Gira; Exú Tranca Rua das Almas; Exú Tranca Ruas; Exú Tranca Ruas das Sete Encruzilhadas; Exú Tranca Ruas de Embaré; Exú Tranca Tudo; Exú Três Caveiras; Exú Tronqueira; Exú Veludinho; Exú Veludo; Exú Ventania; Exú Vira Mundo; Seu Camisa Preta; Seu Camisa Verde; Seu Marabô; Seu Risca Faísca; Seu Sete Encruzilhadas; Seu Teotônio; Seu Zé Pilintra; Tata Caveira.
OBSERVAÇÃO: Quem sabe também , divulgando-se esta matéria, alguns lugares por aí, que têm Exus como Encostos, não vão deixar descansarem os pobres Tranca Ruas, Caveiras, Marias Padilhas e Mulambos que "estão sempre sendo chamados a se apresentarem por lá"(?) não é mesmo?
domingo, 27 de junho de 2010
Umbanda e a Torre de Babel - Parte X - Mais Torres de Babel
Há que se entender que Umbanda, enquanto RELIGIÃO, como muitos a querem, deve estimular em seus seguidores, sentimentos e posicionamentos cada vez mais equilibrados, raciocínios mais profundos e limpos sobre o que se possa vir a aprender, reflexões mais profundas sobre os "ensinamentos clichês" mas, principalmente, a colocação NA PRÁTICA deste tipo de aprendizado estimulado, o que por si só já diminuiria em muito (a idéia seria a de exterminar) os impulsos atávicos, meio animalescos que nos acompanham desde o nascimento na matéria e muitas vezes até após a liberação desta, como podemos observar em certos Espíritos que se apresentam em forma de obsessores.
Hi! Danou-se!! Como é isto de "ganham seus médiuns"?
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Umbanda e a Torre de Babel - Parte IX - FINAL
DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ, SI (DÓ), (RÉ) ....
Esse primeiro DÓ tem a freqüência de 16,352 Hz
O RÉ corresponde a uma vibração (freqüência) de 18,3545 Hz
O último DÓ (entre parênteses) é o primeiro DÓ da oitava imediatamente superior e corresponde AO DOBRO da freqüência de nosso primeiro DÓ existindo, portanto, na freqüência de 32,704 Hz.
Se formos ver em que freqüência existe o segundo RÉ, veremos que é só multiplicar a freqüência do que aí está exposto por 2, o que dará 18,3545 x 2 = 36,709 Hz.
O que pretendo explicar pra você é que, mesmo o primeiro DÓ, não tendo a mesma freqüência do segundo DÓ (a deste é mais alta) AMBOS SE CORRESPONDEM, assim como as demais notas subseqüentes.
Para baixo dessa Escala que escolhi, acontece a mesma coisa, só que as freqüências das notas correspondentes, terão sempre a METADE da freqüência das aqui expostas e serão MAIS GRAVES, por causa disto.
- Aquela velha afirmativa de que "QUANTO MAIS DENSO O ESPÍRITO (o que equivale a dizer que quanto mais materializado ou mais terra a terra), MAIS FÁCIL É SEU ACESSO À MATÉRIA".
- Que se esse canal energético que o médium disponibiliza estiver aberto para todos os seus possíveis correspondentes no Mundo Astral e também estiver desguarnecido, a tendência natural é a de que dele se "apossem" Energias e Desencarnados correspondentes, só que os mais densos, mais Terra a Terra, mais materializados e, por decorrência lógica, os MENOS EVOLUÍDOS espiritual e energeticamente, aqueles que mais se avizinham, em densidade de seus Corpos Espirituais, à densidade do Plano Físico.
Essa situação é a que define e explica muito bem o porquê dos Espíritos na CONDIÇÃO VIBRATÓRIA DE EXUS e participando ou não dessas falanges por isto (existem outros que se encontram soltos por aí, não participantes de quaisquer falanges), tenderem a atuar na matéria e no psiquismo humano com muito mais facilidade do que qualquer Iluminado Espiritual. A resposta está na densidade das energias que compõem seus Corpos Astrais. Por isto mesmo , se um indivíduo tiver como companheiros, um Exu que traga a Energia de Ogum e um Iluminado que traga a mesma Energia, o Exu, por ser mais denso, terá muito mais facilidade de acessar a matéria e o psiquismo deste indivíduo ... a não ser que este mesmo indivíduo se esforce muito para sintonizar o melhor possível, o seu canal energético com o do Iluminado .
****************************************************************************************
Outras situações que implicam na compreensão de Orixás Cósmicos, sons, luzes e mediunidade serão mais explicadas no IV Volume de Umbanda Sem Medo a ser publicado aqui na NET, futuramente.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Umbanda e a Torre de Babel - Parte VIII
...não são exatamente estas três energias PRIMÁRIAS que todos nós temos como base para a formação de nossas Mônadas e daí pra frente. As energias provenientes das interações primeiras que ainda formam Energias Originais ou Energias de Raiz ou Orixás, também criam, em trio, alguns outros tipos de Mônadas (Energias Secundárias), de forma que um certo indivíduo poderá, muito bem, ter sua Mônada formada, tanto por energias primárias (analogia com azul, amarelo e vermelho) quanto por exemplo, uma energia primária e duas secundárias do tipo vermelha, laranja e verde, formando neste caso uma Coroa (base de sua formação espiritual) diferente que é o que podemos ver na prática, exatamente.
Outras formações poderiam aglutinar (ainda na analogia das cores) a Energia Amarela com a Vermelha e mais a Verde, criando-se aí uma nova composição de Energias Originais ou Orixás.
Na verdade, se pensarmos bem, a configuração primeira - a que forma a Mônada - não deve se desfazer (a não ser no exagero citado acima), mas numa próxima encarnação a interação entre as três Energias que a compõem, pode muito bem dar origem às outras Energias, só que em ordem diferente, o que resultaria em graus de atuações energéticas das Forças ali geradas em graus distintos.
Tentando explicar:
Digamos que o Espírito tenha como Mônada as Energias, Azul, Amarela, e Vermelha (nessa mesma ordem de importância pra não confundir muito) e numa determinada encarnação, por sejam quais forem os motivos, a primeira Energia daí gerada para a criação de seu Eledá seja a Verde (Amarelo + Azul), depois a Roxa (Azul + Vermelho), depois a Laranja (Amarelo + Vermelho). Se assim for ele será considerado filho dos Orixás Azul e Amarelo com "ajuntó" do Vermelho (terceiro santo), tendo como seu quarto "Orixá" o Orixá Verde, como quinto o Orixá Roxo e sexto o Orixá Laranja, por exemplo.
Se numa outra encarnação as combinações das Energias Principais (da Mônada) começarem pela formação do Verde, depois do Laranja e após a Roxa, ele terá variações de intensidade diferentes desses mesmos Orixás (Energias) e seu Eledá já será também diferente mas com a Coroa sendo a mesma, porque seria pela ordem de formação das Energias resultantes das interações das três primeiras que essas Energias resultantes atuariam em maior ou menor intensidade sobre a Coroa deste indivíduo, ou seja: "a que chegar (ou existir) primeiro atua mais"!
Veja exemplo abaixo:
E o que poderia interferir na ordem de formação das 4 (quatro) outras energias?
- Até mesmo a influência energética do grupo familiar em que o indivíduo vai nascer, com prioridade de atuação, neste caso, das energias que acompanham ou compõem o Eledá da própria genitora que o carrega no ventre por vários meses, durante a formação do corpo físico em que vai habitar.
Mas ... saindo das conjecturas (mais ou menos, porque esse assunto sobre Orixás sempre será assaz subjetivo), temos agora que cada indivíduo possui por Mônada, três focos de Energia que o contatam com o Criador e, ao mesmo tempo, através dos diversos corpos mais densos que vai adquirindo ao se formar como Espírito (evoluindo como SER ou Criatura, "pra baixo", como já dissemos) com o plano Material, e temos também que essa Mônada gera a possibilidade de mais um sem número de outras Energias existirem, completando o potencial energético do indivíduo. Acontece que todos esses FOCOS DE ENERGIA podem funcionar, não só promovendo a vida (buscando Energias "de cima e de baixo" para envolverem a criatura), mas também e por RESSONÂNCIA serem ativados, estimulados e, entrando em certas SINTONIAS, serem usados como caminhos, ou canais para que outros seres (Espirituais) possam, através deles, se contatarem com este encarnado bem mais profundamente do que simplesmente para ele aparecendo, sendo por este caminho que vamos tentar explicar como se dão as SINTONIAS VIBRATÓRIAS, tanto para simples contatos telepáticos (mentais), como para o que chamamos de INCORPORAÇÕES e outros de PSICOPRAXIA.
Partamos do princípio de que todos os Espíritos, encarnados ou já não mais, trazem em si estas 7 (sete) energias principais em suas formações sendo que os desencarnados as trazem na ordem de formação que tiveram em sua última encarnação, o que é o mais provável pois já dissemos aqui que "não é porque se perde a vestimenta material" ou se "morre" que o Espírito vira "lindinho", anjo, mestre, avatar e nem deus, muito menos, (ainda que alguns assim queiram crer e "batam pé") porque carrega consigo todas as impressões e experiências por que passou quando "em vida", inclusive emoções e sentimentos que guardou referentes às mais diversas situações e pessoas com quem esteve interagindo. Nada mais natural, então, entendermos que além das experiências físicas, tenham levado consigo a mesma configuração de Eledá que possuíam.
Consideremos agora, na figura abaixo, que o sujeito à sua esquerda seja um encarnado e o da direita um Espírito, ambos com suas configurações energéticas, e reparemos que no exemplo que escolhi, ambos têm a mesma Coroa Energética :
Com uma harmonia deste tipo, pode-se dizer que esses dois seres, se estiverem tentando se comunicar mediunicamente, têm grandes possibilidades de quase não encontrarem dificuldades porque cada Energia que acompanha o Espírito Desencarnado pode atuar sobre cada Energia que acompanha o Encarnado e, por RESSONÂNCIA, forçar (de certa forma) as Energias que o constituem a responderem à atuação de suas próprias Energias.
De certa forma estas correspondências energéticas explicam o porquê de trazermos como Guia de Frente ou Chefe de Cabeça, uma entidade que está mais diretamente ligada à Energia (Orixá) de Coroa, ou a uma das três que a compõem.
Repare se não é assim: Um sujeito que tenha, por exemplo, Ogum como Principal, normalmente terá uma entidade "desta vibração" como Principal em sua guarda, não é mesmo?
Se você entender que essa ENTIDADE DE OGUM é um Espírito que também traz essa Energia a que se dá o nome de Ogum como uma das principais de sua própria Coroa, perceberá que a SINTONIA ENERGÉTICA se deu, primeiramente, exatamente por aí – Energia Ogum de um entrando em ressonância com a Energia Ogum do outro, sem considerarmos as demais possíveis!
Em nosso exemplo acima, se você nomear a Energia AZUL, como Ogum, perceberá que ambos (Encarnado e Desencarnado) terão Ogum como principal (Energia 1), gerando daí, uma harmonia inicial entre ambos. E como as duas outras Energias (AMARELA E VERMELHA) estão em posições idênticas para um e outro, neste caso específico os ELOS ENERGÉTICOS que os une ainda á mais forte.
Agora vejamos o caso abaixo:
Para efeito de incorporações melhores ou piores, teremos que ver não somente as três energias que compõem a Coroa, mas sim as demais que por RESSONÂNCIA, poderão ou não ser ativadas por uma ENTIDADE EXTERNA com a finalidade de as igualar ou assemelhar às suas próprias, promovendo, através disto a melhor sintonia possível.
Veja bem que o que escrevi lá em cima sobre SINTONIA VIBRATÓRIA, refere-se, em princípio, à SINTONIA NATURAL que se faz porque ambos, Encarnado e Desencarnado, por possuírem na configuração de seus Eledás e em ESTADO POTENCIAL, focos de energia que tendem a se sintonizar com mais facilidade por serem semelhantes. Acontece porém, que pra haver uma REAL SINTONIA entre Encarnado e Desencarnado, como ambos "vivem" em Planos Vibratórios diferentes, essa correspondência de energias (cores) tem que ser levada apenas em termos de correspondência mesmo, nunca querendo dizer que SEJAM IGUAIS em freqüências. Isso quer dizer que o AZUL do Encarnado, pode corresponder ao AZUL do desencarnado, mas não que ambos sejam exatamente iguais e existam NA MESMA FREQÜÊNCIA.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Umbanda e a Torre de Babel - Parte VII
Considere, para este efeito, DEUS, a ENERGIA MÃE, como um foco de luz branca e visível a nós, que contém em si todas as outras "luzes" visíveis e invisíveis e considere também que essa ENERGIA MÃE se expande e se desdobra a partir de um ponto central.
Na verdade isso a que chamamos desdobramento é um efeito decorrente da desaceleração de partículas na medida em que a energia projetada (energia luminosa, em nossa analogia) se afasta do ponto de sua criação, digamos assim.
Vamos tentar, pelas ilustrações abaixo, lhe repassar como seriam esses desdobramentos e a criação de novas energias a partir de uma que fosse a MÃE DE TODAS.
Observe a figura abaixo:

Esta figura nos mostra uma fonte luminosa à esquerda e a projeção em onda de UM de seus raios luminosos em direção a um outro corpo que poderia muito bem ser você ou eu. O que ela nos quer mostrar é que, na medida em que esse UM RAIO LUMINOSO se afasta de sua fonte, se visto do ângulo em que estamos vendo agora, perceberemos que essa luz "se transforma", ora em azul, ora em verde, ora em amarela, ora em laranja e finalmente em vermelha, incluindo-se nessa projeção, os diversos matizes dessas mesmas cores, ou seja, matizes de azul, verde, amarelo, laranja e vermelho que, como se sabe, são formados a partir da combinação de várias cores.
Vamos agora tomar uma outra posição, e olhar esse raio de luz de frente.
Como o veríamos
se pudéssemos percebê-lo claramente em vários de seus desdobramentos?Mais ou menos assim:

Neste caso, e não tentando analisar todas as cores que o branco pode gerar por desaceleração, podemos perceber que o azul e seus matizes são as cores de maior vibração (aceleração de partículas). Por frenagem chegamos ao verde (que já é uma cor COMPOSTA) e seus matizes, amarelo e seus matizes, laranja (outra cor COMPOSTA) e seus matizes, vermelho e seus matizes.
Se você fez aquele exercício com a luz da vela que indicamos no Volume III de Umbanda Sem Medo, com certeza percebeu que na chama, bem perto do pavio aceso, percebe-se a cor azul e, se afastando dele, percebemos mais visivelmente o amarelo e depois o vermelho nas bordas, pelo menos.
Isso não quer dizer que as interações dessas cores (como o verde que é igual ao azul + o amarelo, ou o laranja que é igual ao amarelo + o vermelho) e seus matizes não estejam ali. Todas as cores estão e seus olhos é que não as alcançam. Se alcançassem você veria, irradiando-se do pavio aceso, essa aura colorida que é representada pelo círculo acima.
Como a chama da vela é uma fonte luminosa pequena, a tendência é a de que as cores mais fortes, as PRIMÁRIAS (azul, amarelo e vermelho), as que não são formadas por junção de nenhuma outra, sejam mais perceptíveis, ficando as demais como que "escondidas".
Se levarmos esta analogia para o Universo e considerarmos DEUS como a fonte de todas as energias, inclusive a luminosa, entenderemos que, ao expandir-se ou irradiar-se por todo o Universo criado, terá suas energias desdobrando-se ou desacelerando-se, gerando por isto novas formas de energia que por sua vez, interagindo umas com as outras, gerarão ainda mais formas de energias que continuarão interagindo e formando outros tipos de energias e por aí vai.
Acontece porém que essas CORES PRIMÁRIAS, por serem únicas em seus padrões centrais (retirando-se os matizes fora), são consideradas as mais importantes do espectro luminoso, justamente pelo fato de que podem gerar, por interações entre si, todas as outras. E a elas, dentro do eSotérico (lembra-se da diferença entre eSotérico e eXotérico, não é?) das religiões são relacionadas características fundamentais destas, como na ICAR, por exemplo, que nos fala de uma "Santíssima Trindade" que é representada exatamente por essas cores onde o Azul corresponderia ao PAI, o Amarelo ao FILHO e o Vermelho ao ESPÍRITO SANTO.
Percebeu a analogia feita entre as cores primárias e as "Potências da Criação" quanto ao poderem gerar tudo a partir delas através de suas interações?
Quando esses três primeiros Orixás Cósmicos interagem – o que fazem desde suas próprias criações – geram os Orixás subseqüentes cujas cores correspondentes estão também dentro deste espectro visível em nossa analogia e não é por pura coincidência que vemos essas cores relacionadas aos nossos Chakras em outras filosofias.
Perceba na figura acima que, relacionando-se aos Chakras, desde o Básico, o que corresponde à região do sexo, até o Coronário, no alto da cabeça, observamos em ordem ascendente: vermelho, laranja, amarelo verde, azul, índigo e violeta, sendo estas duas últimas cores compostas a partir do azul.
Se você for chegado às literaturas Esotéricas, verá que, também de baixo para cima, a velocidade de rotação (freqüência de giro) e quantidade de "pétalas" ou hastes destes Chakras é MAIOR, sendo a freqüência (velocidade de rotação, no caso) do Coronário a maior de todas. E verá mais ainda que a cada Chakra destes também corresponde uma NOTA MUSICAL cujos padrões vibratórios aumentam de baixo para cima, sendo o DÓ (nota de freqüência mais baixa), correspondente ao Chakra Básico e o SI (nota de freqüência mais alta) ao coronário.
Mas é claro que essas cores (energias) que dizem corresponder a cada Chakra, são CORES PADRÃO para a MANUTENÇÃO DO CORPO ANIMAL, já que poderemos ler também nessa Cultura Esotérica que dependendo de como estão girando esses Chakras (se estão bloqueados ou não, se estão energizados ou não), a MATÉRIA FÍSICA estará equilibrada ou não, podendo apresentar patologias físicas e/ou psicopatologias (doenças de caráter psíquico) em caso de desequilíbrios, bloqueios ou enfraquecimento.
O que essas cores (e também os sons) que se atribuem a cada Chakra querem dizer é que são cores de RESSONÂNCIA(9), ou seja, quer-se dizer que esses Chakras vibram melhor são melhor ativados ou são mais sensíveis a energias que se aproximem do padrão vibratório dessas cores e sons. O que você pode depreender daí, tanto em formas de desbloqueios, quanto de energização é uma enormidade, mas se eu me perder por esses meandros não termino este texto.
E os Orixás Cósmicos? Onde entram nisto aí?
Exatamente na composição da MÔNADA que, como já expliquei, é um átomo pequeníssimo já com atividades espirituais mas de características puramente instintivas que, além de ser composta de no mínimo TRÊS Energias Originais distintas (primárias ou já compostas), vem a ser também, exatamente o PRINCÍPIO ESPIRITUAL de cada ser vivo.
Ah, então você quer dizer que todos temos essas três Energias Originais na formação de nossas Mônadas, Almas e Espíritos e por isto podemos dizer que somos filhos delas?
Perfeitamente! Só que ...
CONTINUA BREVEMENTE ...
******************************
(9) RESSONÂNCIA - estado de um sistema que vibra numa freqüência própria, com amplitude acentuadamente maior (mais fortemente ou perceptivelmente), como resultado de estímulos externos que possuem a mesma freqüência de vibração.




